[REVIEW] Wii Music

30 06 2009

O Wii Music surgiu faz um tempo, em uma época que nem todo mundo acreditava no Wii. Isso acarretou uma onde de terríveis criticas sobre o Wii Music.

O problema é que o jogo não é ruim, só diferente. Como estamos acostumados com GH ou RB o WM quebra esse padrão de precisão de apertar botões com precisão. Ele está mais ligado na liberdade de você tocar com uma banda, formada por seus amigos ou não.

O jogo é praticamente formado por Mii’s, seus ou não. O que realmente faz o diferencial deste jogo é que você realmente toca o instrumento. Existem 3 tipo de instrumentos: os de corda (violão, guitarra, etc…), os de sopro (trompete, tuba, etc…) e os de percussão (bateria, tambor japonês, etc…).

O legal do jogo é que você pode tocar do modo mais simples, só com o movimento ou botões (instrumentos de sopro), ou você pode apertar os botões que alteram o som do instrumento. Tocar piano no WM pode ser fácil e divertido, ou se você quiser se aperfeiçoar mais você pode alternar entre os 6 botões para criar “efeitos” diferentes.

O jogo possui 3 mini games: o pitch perfect (onde você precisa descobrir o mii que possui o tom correto), o Mii maestro (onde você comanda uma orquestra) e o Handbell Harmony (estilo GH ou RB onde você precisa movimentar o wiimote e/ou nunchuck na hora correta).

Você pode se divertir com os 3 modos de free play: Instrument Improv (pegue um dos mais de 60 instrumentos e toque com ou sem banda do jeito que você quiser), Quick Jam (escolha uma musica e toque com seus amigos) e a Custom Jam (onde você escolhe uma música e toca a parte que você quiser [bass/percussion/chord/melody/harmony]).

Um dos extras que você tem é o modo bateria, onde você com sua balança WiiFit toca, de um jeito avançado, uma bateria.

Concluindo, o jogo é um diferencial dos outros jogo musicais que estão no mercado atualmente. Ele não é ruim, principalmente se você estiver entre amigos.

Então…até a próxima.





[CONTINUAÇÃO] The Legend of Zelda

30 06 2009

Continuando...  Ocarina of Time introduziu o elemento “partner” ao gameplay da série e, desde então, Link possui parceiros durante o game que o ajuda e dá dicas. São esses: Navi, em Ocarina of Time; Tatl, emMajora’s Mask; Ezlo, em The Minish Cap; King of the Red Lions, emThe Wind Waker (mesmo enquanto não estava navegando, se comunicava com Link através de uma pedra mágica); Midna, emTwilight Princess e Ciela, em Phantom Hourglass. Logo, é bem possível que essa garota misteriosa seja a parceira que acompanhará Link na nova aventura – e também a porta-voz dele, já que o herói é de nenhuma poucas palavras.

Nada sobre a parte sonora foi revelado. Entretanto, a antiga promessa de trazer apenas canções orquestradas para Zelda já havia sido discutida desde Twilight Princess e o próprio Koji Kondo famoso compositor da Nintendo – havia dito que gostaria muito de trabalhar apenas com canções orquestradas. Com Super Mario Galaxy foi assim e, levando em conta o pouco espaço do Mini-DVD do GameCube (que talvez fosse o motivo para a escolha do Midi em Twilight Princess), não é sonho acreditar que o próximo game seja totalmente orquestrado ou a maior parte dele.

A jogabilidade será bem diversificada pois, depois do genial Phantom Hourglass, pode-se aguardar itens e elementos de gameplay que usam os recursos do Wii de forma nunca antes vistos. Se for confirmado o uso do Wii MotionPlus, podemos elevar essa expectativa ainda mais. Já tivemos exemplos de como será utilizada a espada e o arco e flechas. Também dá pra ter uma ideia do uso do escudo com o Nunchuk (baseando-se no presenciado em Twilight Princess) – mesmo que possa apresentar novidades e maior precisão por conta do acessório. Podemos esperar alguns acessórios que compõem a série além desses, como: Bombas, Clawshot (antigo Hookshot), flechas elementares (luz, fogo, gelo), vara de pescar, etc. Algum instrumento musical também é possível. E, claro, diversos novos itens que farão uso dos sensores de movimento, sons e pointer da dupla Wiimote+Nunchuk. wiimotionplusContinua…





Analista: Wii HD ainda será lançado

29 06 2009

“O analista Michael Pachter ainda acredita que a Nintendo lançará um Wii capaz de gerar gráficos em alta definição. Segundo ele, o lançamento deste suposto console deverá acontecer no final de 2010 a um preço menor que 200 dólares. Pachter também acredita que o Wii dominará esta geração de consoles, e que em 2015 o PlayStation 3 ultrapassará o Xbox 360 como o segundo console mais vendido, em parte por causa do domínio do Blu-Ray sobre o mercado de alta definição.”

Fonte: Wii-Brasil





Pente fino em The Legend of Zelda

25 06 2009

The Legend of Zelda é uma série criada em 1986 por Shigeru Miyamoto. O protagonista é o jovem guerreiro Link, cuja missão, na maioria dos jogos, é salvar o reino de Hyrule, a Zelda e proteger a Triforce, o símbolo deixado pelas deusas, que pode trazer ao mundo uma era de harmonia e prosperidade, mas pode destruí-lo se cair em mãos erradas. Cada um dos triângulos tem um significado diferente, sendo que um significa o poder, atribuído a Ganondorf, um significa a sabedoria, atribuída a Zelda, e um significa a coragem, atribuída a Link. O antagonista é Ganon (Ganondorf). Mas a medida que a série progredia, a velha história do “salve a princesa” ganhou proporções épicas.

Para criar o tema de Zelda, Miyamoto se inspirou nas suas andanças como criança em Kyoto, explorando cavernas e florestas, além de mitologia nórdica e japonesa. Segundo Miyamoto escolheu o nome Zelda por gstar da sonoridade do nome

O jogo fez muito sucesso (houveram suas excessões) e como gosto de falar Zelda é o Star Wars do video game, para você ter uma idéia o Wii em seu lançameto, a cada três consoles vendidos, pelo menos um era vendido junto a cópia de The Legend of Zelda: Twilight Princess. E foi a primeiro série da história que vendeu mais de 1 milhão de cópias em seu primeiro jogo, com certeza vendeu mais do que qualquer disco da Madonna, e pode ser considerado um dos maiores fonômenos POP do mundo do video game.A popularidade do jogo seguiu praticamente intocada ao longo das últimas duas décadas, com versões lançadas para quase todas as plataformas da Nintendo. Mesmo quando a empresa enfrentava uma crise nos consoles, jogos como “Ocarina of time”, de 1998, ajudaram a levantar as vendas do Nintendo 64. Apenas a última versão para GameCube, “The Wind waker”, dividiu os fãs ao trazer um visual mais infantil, no estilo desenho animado. Com “Twilight princess”, o jogo retorna às raízes, pronto para mais 20 anos salvando a princesa em perigo.

Linha do Tempo

 
The Legend of Zelda – 1986 – NES

 

 

The Legend of Zelda – 1986 – NES

Primeiro jogo da série, inovou mesclando aventura, ação e elementos de RPG, e ainda demonstrou uma nova tecnologia para a época, a capacidade de salvar os jogos diretamente no cartucho.

The Adventure of Link – 1988 – NES
 

 

Deixou de lado os elementos de RPG para trazer um jogo em scroll lateral como Mario, mas não foi muito aceito pela crítica, e nem pelos fãs.

A Link to the Past – 1992 – SNES
 

 

Atendendo o pedido dos fãs retorna à forma de jogo como o do príncipio da série, para época tinha gráficos de tirar o chapéu, principalmente porque levou um ar sofisticado a série ao conseguir representar a dualidade entre o lado negro e o claro.

Ocarina of Time – 1998 – N64
 

 

Para muitos dos fãs o melhor jogo da série (para mim também), e para os críticos o melhor jogo de todos os tempos, N64 trazia gráficos 3D, no ínicio de produção foi cogitado que o jogo seria em 1ª pessoa, mas foi rejeitado, porque queriam dar enfase a mudança de idade de Link, a solução? Um jogo de aventura em terceira pessoa, inovou mas inovou muito, trazendo um bom inventário, um gride itens, história extremamente complexa e principalmente pelo sistema de aprendizagem de música com a Ocarina.

É o melhor de sua geração, recomendo para quem não jogou que jogue logo, aproveitem, gastem os seus preciosos Wii Points e joguem essa obra prima.

Majora´s Mask – 2000 – N64
 

 

Gráficos caprichados graças ao expansion pack, é uma continuação direta de Ocarina of Time, alguns fãs consideram ele o melhor da série, pode até ser mas é inegável que ele é muito mais díficil do que todos os criados até hoje.

Nota: é o primeiro game da série a não ser dirigido por Myiamoto.

The Wind Waker – 2003 – Game Cube
 

 

Inovou com visuais Cell – Shading, da geração 3D é considerado o pior da série, mas não tenho o que reclamar, até porque o jogo é incrível.

Twilight Princess – 2006 – Game Cube/ Wii
 

 

Retorno a um estilo de arte mais adulto, em relação a seus antecessores não inova muito, mas é muito ousado, transformando Link em lobo, adciona mais elementos a jogabilidade, temos algumas falhas, mas são tão pequenas e sem importância que não alteram no produto final. Vale ressaltar que é um dos jogos mais polídos da história dos video games, e mesmo apresentando gráficos de geração passada, ainda é um dos mais belos do Wii.


 

E nos portáteis?

Também garantiu seu espaço nos portáteis, e fez bonito, nos portáteis mantém uma jogabilidade como a dos primeiros jogos para os consoles de mesa aqueles de NES e SNES.Exceto Phantom Hourglass de DS que muda e muito a jogabilidade nos portáteis. Vamos a linha do tempo:

Oracle of Ages – GBC – 2001

Como dito os jogos para os portáteis é similar aos jogos de NES e SNES.

Oracle of Seasons – GBC – 2001

Four Swords – GBA – 2002

É diferenciado pelo fato de ter um modo cooperativo, e um ano depois de seu lançamento o jogo recebe um port para GC.

The Minish Cap – GBA – 2005

Phantom Hourglass – NDS – 2007

O uso da caneta (e também do microfone) não é nada menos que genial e, apesar de conter pequenas falhas, permitiu criar brincadeiras, quebra-cabeças e lutas contra chefes nunca antes vistos.

Nota: É o primeiro jogo de Zelda com comerciais de apelo casual.





Top 5

24 06 2009

Fala galera da Nintendo Staff !

Hoje, eu trarei o meu top 5 de jogos mais esperados(esse top 5 é de minha opinião e por isso peço que comentem).

Vamos começar:

1- The Legend of Zelda: WII(nome provisório);

2- Super Mario Galaxy 2;

3- New Super Mario Bros. Wi;

4- The Conduit;

5-No More Heroes 2: Desperate Struggle.

Esta ai o meu primeiro top 5 de jogos mais esperados!

Valeuu





The Legend of Zelda

24 06 2009

É fato que a Conferência da Nintendo nesta última E3 foi grandiosa e teve ótimas surpresas. Contudo, os fãs da série The Legend of Zeldaficaram desapontados por conta de o novo game da franquia não ter sido anunciado na conferência… até que uma mesa-redonda com Shigeru Miyamoto – que ocorreu no mesmo dia, à noite – transformou o sentimento de desapontamento em esperança.

Miyamoto apenas mostrou para os jornalistas presentes uma artwork e liberou escassas informações sobre o game, o que já foi o suficiente para um enorme alvoroço entre os gamers do mundo inteiro. E não é pra menos, afinal, a série principal não apresenta um novo game em consoles de mesa desde 2004 – período em queTwilight Princess apareceu pela primeira vez na memorável E3 daquele ano.

Pouco depois do evento privado, a artwork finalmente apareceu na mídia aberta e todos puderam conferí-la:

A imagem em si já libera diversas informações importantes. O estilo de arte se assemelha bastante ao de Twilight Princess, o que leva a crer que o game terá um estilo de gráfico artístico/realista que o supracitado possuía, e como o game está sendo desenvolvido exclusivamente para o Wii, é realismo pensar que os gráficos serão melhor trabalhados e que o game trará diversos efeitos de iluminação e textura avançados – como os presenciados em Super Mario Galaxy. Mesmo que o estilo gráfico ainda não tenha sido confirmado, aguarde um belo game.

Ainda com relação à imagem, é fácil notar que Link segura o escudo com a mão esquerda, enfatizando que a gameplay o fará destro novamente – com exceção dos games da série para Wii, Link sempre foi canhoto. Isso também realça o fato de que a espada será controlada novamente pelo Wiimote, contudo, há grandes chances de o game utilizar o acessório Wii MotionPlus obrigatoriamente para o jogo, mas isso vai depender de como o acessório vai se sair em vendas. Se o uso do acessório for confirmado, o fator “imersão” vai crescer bastante, pois o uso da espada seria de forma livre, reproduzindo de forma fiel a forma como você movimenta o Wiimote; e também há o arco e flecha, sobre o qual Miyamoto deu uma dica: de que funcionará de forma semelhante ao mostrado em Wii Sports Resort, trazendo mais realismo ao uso do item.

[Nota do Redator: Pessoal, vamos incentivar o uso do Wii MotionPlus comprando os games que o utilizam de forma obrigatória, como “Wii Sports Resort” e “Red Steel 2”.]

Aliando o fato de que o Link encontra-se sem espada e essa garota misteriosa possui características de design da Master Sword, fãs logo especularam que ela seria a encarnação viva da espada lendária que aparece no enredo da maioria dos games da franquia. Como você pode ver na imagem, as semelhanças são inegáveis.

Continua…





Review: Secret Files: Tunguska

22 06 2009

Para começar confesso, sou um velho amante de jogos point-and-click, e essa série da Deep Silver é um jogão para quem gosta do gênero tanto quanto eu, mas já aviso que o gênero é parado e tem um público extremamente selecionado, até porque  o nível de dificuldade dos enigmas no gênero é altíssimo e pode incomodar quem gosta de jogos mais fáceis(gamers casuais), e mesmo os intusiastas (hardcore gamers) costumam não gostar do gênero por sua lentidão.

Sabendo disso posso começar essa review, os gráficos desse jogo são simplesmente íncriveis e impressionam pelo número de detalhes na tela, e necessitam por que os gráficos de explosão são fenomenais, aliás esse é o ínicio da história.

 

 Um fenômeno chamado Tunguska, causou uma enorme explosão, destroindo os arredores da cidade  , deixando todos alertas, então você encarna Nina, uma garota que deve ir atrás de seu pai, um cientista, em suas investigações descobre que seu pai está envolvido com o fenômeno.

O áudio é competente, mas não tem nada muito empolgante, a não ser as explosões que a Deep Silver deve estar crack já em fazer, há problemas de sincronização.

A jogabilidade é a comum de um aponte e clique, e não tenho muito o que ressaltar, a não ser algumas tarefas que usam bem o sensor de movimentos, quebrando um pouco o ritmo monótono do gênero.

Em suma o jogo tem uma trama ótima e usa muito bem todos os recursos de um genuíno aponte e clique, para quem gosta do gênero terá em média 20 horas de enígmas díficilimos para desvendar, nada ilógico mas extremamente desafiadores, algumas vezes necessitando inglês denso para o total entendimento dos enigmas. SF2 está para ser lançado e se ao menos manter a qualidade do primeiro já será vitorioso.

 

Gráficos: 8

Som: 7

Jogabilidade: 7

Diversão: 9

Replay: 7

Nota: 7,5