Pente Fino: Star Fox

27 10 2009

Bom aqui estou eu (Aurélio Novaes) em mais um pente fino, dessa vez na série Star Fox, que deu uma sumida nesses últimos tempos.

O jogo foi reconhecido como representante cult entre os jogos Nintendo no N64, onde levou seu nome as alturas, mas não manteve sua qualidade em suas outras versões, sendo considerado ”Star Fox Adventure” retalho do jogo Zelda: OoT, pelo simples motivo de levar ao jogo uma mecânica muito parecida com a do aclamado Zelda. Mas em si é um jogo que merece total destaque da BIGN. O jogo iniciou sua vida no SNES com uma história peculiar.

Star Fox (SNES) – 1993

Star Fox tem a honra de ser o primeiro game de SNES a se utilizar de um chip acelerador gráfico na época intitulado de Super FX (Super efeitos – tradução literal). Para época e seu console foram gráficos de ponta, o jogo foi um sucesso de crítica e levou da Famitsu (34/40), ele não foi tão bem sucedido em vendas, talvez por este ter sido lançado no fim de vida do SNES. A história se resume a busca do cientista do mal Andross que quer dominar o universo.

star_fox_snes

Capa do jogo de SNES, primeiro a se utilizar da tecnologia Super FX

Star Fox 64 (N64) – 1997

Star Fox 64 é o ápice da série, sucesso em crítica e vendas, o jogo não mudou sua fórmula original mas além de ter uma história mais inspirada, o jogo não é mais tão linear,temos o landmaster(tanque) que é utilizado em algumas missões, concluir determinadas tarefas poderiam lhe levar a outros planetas diferentes do que a rota original predisposta do jogo, ou seja, dependendo de como você joga o game você pode ter experiências totalmente diferentes, o jogo também apresenta pela primeira vez a equipe Star Wolf, liderada por Wolf. O jogo apresentava diálogos por rádio inéditos na série, além de um sistema de medalhas que eram conseguidas ao se vencer determinado número de inimigos sem levar nenhum dano, tarefa difissílima que destravava um extra. o jogo levou 8.7 de 10 da IGN.

star-fox-64

Star Fox 64 foi melhor jogo da série para os fãs

Nota: Primeiro jogo a se utilizar do rumble pak (acessório que permitia o controle de N64 vibrar), ele está disponível no virtual console.

Star Fox Adventures – 2002

Muito se falava na época de um novo Star Fox, as espectativas eram enormes, então na E3 de 2001 a RARE anuncia para o recém-lançado Game Cube, Star Fox Adventures, com uma nova perspectiva e novos personagens jogáveis, muito foi especulado, e logo o jogo foi considerado uma cópia de Zelda: OoT, foi desprezado pela crítica, apesar de ser um ótimo jogo, e mesclar bem os momentos de ação com os puzzles, tinha e tem gráficos maravilhosos, estando entre os melhores do Game Cube, apresentando para a época efeitos e texturas inéditas, além de uma iluminação de dar inveja a inúmeros jogos do Wii.

StarfoxEwokV

Belos gráficos na aventura de Fox no GC

Nota: Star Fox Adventure foi o último jogo da RARE para os consoles de mesa da Nintendo.

Star Fox Assault – 2005

Quem ficou responsável pelo jogo então foi a Namco, retornando à fórmula de Star Fox e SF64, e mesclou missões a pé e com o landmaster (tanque) além e claro dos airwings as famosas naves de Star Fox, mas muito foi tirado do jogo, como o sistema de fases do N64, e também da dificuldade, controles ruins e gráficos ruins é o que se destaca nessa versão, o que não ajudou em nada a popularidade do jogo para os veteranos.Mas mesmo assim se deu até bem com a crítica tendo uma média de 67/100 no site Metacritic.

i_6387

Combates não tão empolgantes assim.

Nos Portáteis

Star Fox Command – 2006

Sua única versão portátil não é uma obra prima, mas é um jogo com suas qualidades, voltando aos combates de nave, em Star Fox Command, a história é dividida por capítulos, e se parece mais com um jogo de tabuleiro por turnos, quando você tem contanto com uma nave inimiga o combate se inicia, o jogo apresenta um ótimo sistema de mira com a stilus e foi muito bem aceito pela crítica e público.

starfoxcommand(1)

Fez bonito em jogo que mescla jogo de tabuleiro e shooter

Anúncios




Review: Cursed Mountain

16 09 2009

untitled

Vou ser breve,  gostei de Cursed Mountain, para começar quem gostou do esquema de controles de RE4 irá amar Cursed Mountain, segundo quem gosta de gráficos, irá adorar esse jogo, e se você gosta de arte e mapeamento, bem lhe aconselho esperar Zelda ou Mario.

Os sons do jogo como em quase todo jogo de Survival horror é demasiadamente irritante, e Cursed Mountain não foge a regra, o que não impede de fazer deste o melhor jogo do gênero para o Wii, o que não é grande coisa, pois o Wii tem poucos jogos decentes do gênero e que sejam exclusivos.

O jogo se passa nas montanhas do Himaláia e você se sentirá sempre num sistema opressor na incessável busca por seu irmão, beleza inegável nos quesitos gráficos deixando ele entres os melhores do Wii sem a menor dúvida, boas texturas, bom jogo de luzes e sombras, movimentação fluída, e cenários genéricos o que diminuiu em muito o fator em gráfico, por que é até díficil se locomover e alguns são escuros demais, o esquema de controles é o mesmo de RE4 e como já dito se você gostou do esquema, se sentirá em casa.

O jogo não entra em clichês na história, te mostrando como inimigos monges budistas (?), os mestres são gigantes e emocionantes.

Mas em si ele não apresenta nada de novo em experiência de jogo se limitando a imitar o que já foi visto em outros jogos do gênero.

Recomendo muito a quem gosta de RE4 e queira um jogo mais adulto dos que os que você está acostumado a ver no Wii.

cursed_mountain_screen004

Nota: 7.9

Gráficos: 8

Sons: 7

Jogabilidade: 8

Diversão: 8

Replay: 8





Review: The Conduit

17 07 2009

Estamos num momento díficil, em meio a produções fuleiras e sem inspiração de third-parties, não tão boas de seconds e remakes e fórmulas medianas de first-partie.

Mas parece que isso está mudando, e tenho a honra de dizer que essa mudança foi proposta e iniciada pela High Voltage Software. O seu mais novo lançamento é nada menos que primoroso. Para começar o hype criado pela High Voltage no nosso console branco foi altíssimo, prometendo um jogo com ótimos gráficos, jogabilidade totalmente customizável e história inspirada.

the-conduit-20080417033651743-000.jpg image by jeremymazumia

De certa forma ela cumpre tudo o que prometeu em The Conduit e mostra até mais durante o jogo. Pra começar você encarna Mr. Ford, e logo descobre que a história será narrada, por que depois de uma breve fase inicial, você terá um dos métodos de narração, que o levam ao ínicio da história, nessa introdução curta, conseguiram ensinar rapidamente boa parte dos comandos do jogo, e sobre o All seeing eye (ASE). A história é pouco inspirada até então, mas deixa uma brexa para o que pode ser uma continuação épica.

Graficamente é o melhor do Wii sem dúvida, colocando ínumeros efeitos na tela sem prejudicar a taxa de frames em nenhum momento, apresentando efeitos com gloom e texturas convicentes, o sangue despejado pelos ínimigos até dá a noção de densidade, e extruturas metálicas impressionam, mas mesmo estando anos luz vemos a falta de experiência da direção de arte, que nos apresenta cenários muito ricos e outros muito pobres em detalhes.

A jogabilidade é o que ressalta o game sendo a melhor já criada em qualquer console atualmente para o gênero FPS, ela é totalmente customizável, e você verá a diferença de jogar da forma que quer e gosta na hora de finalizar o jogo. E será vital para sua sobrevivência on-line, que aqui não é falha, não apresenta lags, mas apresenta algumas falhas de programação (raríssimas), mas que pouco incomodam, o que mais incomoda é que alguns jogadores que se utilizam de cheats para ter vantagens durante a jogatina, o que pode ser frustrante, mas no geral é ótima, sendo até melhor do que a de Mario Kart em alguns aspectos.

TheConduit3-1.jpg image by ElCapoUnico

Resumindo, é o melhor jogo do gênero para o Wii sem dúvida, e tem tudo para ser um sucesso total, a SEGA fez uma grande propaganda do game nos EUA e até o momento sabe-se que vemdeu 160mil cópias do jogo, o que é ótimo, podendo assim trazer finalmente jogos sérios para o Wii, que tanto necessita de títulos desse nível.

Gráficos:9,5*

Jogabilidade:10

Som:8

Diversão: 10

Replay:8

*Pelos gráficos propriamente ditos seria 10, mas a falta de detalhes em alguns cenários, me fez abstrair meio ponto.

Nota: 9,5




Review: Sonic and the Black Knight

5 07 2009

Bom esse foi meu presente surpresa de férias, dei uma respirada para não perder o controle e chingar a pessoa que me deu o presente, naquele momento dei um ”obrigado” forçado pela situação.

Liguei o console sem motivação nenhuma, e o jogo começa, para começar o jogo tem lindos menus, e CG´s estontiantes, vemos certo esmero da Sonic Team, Sonic começa a correr na tela, por cenários lindos, temos no ínicio um tutorial dividido em ”mini-fases”, depois você recebe a excaliburn com o decorrer da história, que aqui não foi muito bem pensada.

A jogabilidade não é a pior que já vi, mas deixa a desejar, o que mais senti falta foi de uma movimentação mais livre, já que é muito díficil lutar com os inimigos correndo a mil, e certas fases vão pedir algumas missões como, dar dinheiro para os necessitados que de vez em quando necessitei voltar atrás na tela, só que tive de voltar de ré, mesmo momentos que a tela tem a perspectiva como as do clássico de Sonic em scroll lateral, você poderá voltar pra trás sem ter que ir de costas.

Os chefes são muito empolgantes, você degladiará frente a frente com versões medievais de inimigos de Sonic (Shadow, Knucles e outros) e o Cavaleiro Negro. E aqui a jogabilidade dá um show, as lutas não são o balançar do Wiimote por sinal são muito técnicas.

Há um modo multiplayer local que não tem muito mais a oferecer ao título, é fraco onde poderia ter acertado, tem o modo battle onde você degladia com seu amigos como no modo história, só que aqui você não terá o mesmo brilhantismo por que aqui a tela é dividida e a visualização fica complicada por que a câmera é muito próxima do personagem.

Ele tem um sistema online simples que nada mais é do que troca de itens, você tem pontos de experiência e cada final de fase você pode desbloquear colecionáveis e CG´s são centenas, mas todos inuteis não usei no jogo.

Concluindo, não é um jogo ruim, me impressionei até, vemos defeitos sim, só que vemos que a Sonic Team cumpriu o que prometeu, com certeza não é melhor que Unleashed se você procura por jogos de Sonic, com certeza não será sua escolha, mas se por um acaso for terá momentos de diversão.

Gráficos: 9,5

Jogabilidade: 6

Som: 9,5

Diversão : 5

Replay: 5

Nota 6





Pente fino em The Legend of Zelda

25 06 2009

The Legend of Zelda é uma série criada em 1986 por Shigeru Miyamoto. O protagonista é o jovem guerreiro Link, cuja missão, na maioria dos jogos, é salvar o reino de Hyrule, a Zelda e proteger a Triforce, o símbolo deixado pelas deusas, que pode trazer ao mundo uma era de harmonia e prosperidade, mas pode destruí-lo se cair em mãos erradas. Cada um dos triângulos tem um significado diferente, sendo que um significa o poder, atribuído a Ganondorf, um significa a sabedoria, atribuída a Zelda, e um significa a coragem, atribuída a Link. O antagonista é Ganon (Ganondorf). Mas a medida que a série progredia, a velha história do “salve a princesa” ganhou proporções épicas.

Para criar o tema de Zelda, Miyamoto se inspirou nas suas andanças como criança em Kyoto, explorando cavernas e florestas, além de mitologia nórdica e japonesa. Segundo Miyamoto escolheu o nome Zelda por gstar da sonoridade do nome

O jogo fez muito sucesso (houveram suas excessões) e como gosto de falar Zelda é o Star Wars do video game, para você ter uma idéia o Wii em seu lançameto, a cada três consoles vendidos, pelo menos um era vendido junto a cópia de The Legend of Zelda: Twilight Princess. E foi a primeiro série da história que vendeu mais de 1 milhão de cópias em seu primeiro jogo, com certeza vendeu mais do que qualquer disco da Madonna, e pode ser considerado um dos maiores fonômenos POP do mundo do video game.A popularidade do jogo seguiu praticamente intocada ao longo das últimas duas décadas, com versões lançadas para quase todas as plataformas da Nintendo. Mesmo quando a empresa enfrentava uma crise nos consoles, jogos como “Ocarina of time”, de 1998, ajudaram a levantar as vendas do Nintendo 64. Apenas a última versão para GameCube, “The Wind waker”, dividiu os fãs ao trazer um visual mais infantil, no estilo desenho animado. Com “Twilight princess”, o jogo retorna às raízes, pronto para mais 20 anos salvando a princesa em perigo.

Linha do Tempo

 
The Legend of Zelda – 1986 – NES

 

 

The Legend of Zelda – 1986 – NES

Primeiro jogo da série, inovou mesclando aventura, ação e elementos de RPG, e ainda demonstrou uma nova tecnologia para a época, a capacidade de salvar os jogos diretamente no cartucho.

The Adventure of Link – 1988 – NES
 

 

Deixou de lado os elementos de RPG para trazer um jogo em scroll lateral como Mario, mas não foi muito aceito pela crítica, e nem pelos fãs.

A Link to the Past – 1992 – SNES
 

 

Atendendo o pedido dos fãs retorna à forma de jogo como o do príncipio da série, para época tinha gráficos de tirar o chapéu, principalmente porque levou um ar sofisticado a série ao conseguir representar a dualidade entre o lado negro e o claro.

Ocarina of Time – 1998 – N64
 

 

Para muitos dos fãs o melhor jogo da série (para mim também), e para os críticos o melhor jogo de todos os tempos, N64 trazia gráficos 3D, no ínicio de produção foi cogitado que o jogo seria em 1ª pessoa, mas foi rejeitado, porque queriam dar enfase a mudança de idade de Link, a solução? Um jogo de aventura em terceira pessoa, inovou mas inovou muito, trazendo um bom inventário, um gride itens, história extremamente complexa e principalmente pelo sistema de aprendizagem de música com a Ocarina.

É o melhor de sua geração, recomendo para quem não jogou que jogue logo, aproveitem, gastem os seus preciosos Wii Points e joguem essa obra prima.

Majora´s Mask – 2000 – N64
 

 

Gráficos caprichados graças ao expansion pack, é uma continuação direta de Ocarina of Time, alguns fãs consideram ele o melhor da série, pode até ser mas é inegável que ele é muito mais díficil do que todos os criados até hoje.

Nota: é o primeiro game da série a não ser dirigido por Myiamoto.

The Wind Waker – 2003 – Game Cube
 

 

Inovou com visuais Cell – Shading, da geração 3D é considerado o pior da série, mas não tenho o que reclamar, até porque o jogo é incrível.

Twilight Princess – 2006 – Game Cube/ Wii
 

 

Retorno a um estilo de arte mais adulto, em relação a seus antecessores não inova muito, mas é muito ousado, transformando Link em lobo, adciona mais elementos a jogabilidade, temos algumas falhas, mas são tão pequenas e sem importância que não alteram no produto final. Vale ressaltar que é um dos jogos mais polídos da história dos video games, e mesmo apresentando gráficos de geração passada, ainda é um dos mais belos do Wii.


 

E nos portáteis?

Também garantiu seu espaço nos portáteis, e fez bonito, nos portáteis mantém uma jogabilidade como a dos primeiros jogos para os consoles de mesa aqueles de NES e SNES.Exceto Phantom Hourglass de DS que muda e muito a jogabilidade nos portáteis. Vamos a linha do tempo:

Oracle of Ages – GBC – 2001

Como dito os jogos para os portáteis é similar aos jogos de NES e SNES.

Oracle of Seasons – GBC – 2001

Four Swords – GBA – 2002

É diferenciado pelo fato de ter um modo cooperativo, e um ano depois de seu lançamento o jogo recebe um port para GC.

The Minish Cap – GBA – 2005

Phantom Hourglass – NDS – 2007

O uso da caneta (e também do microfone) não é nada menos que genial e, apesar de conter pequenas falhas, permitiu criar brincadeiras, quebra-cabeças e lutas contra chefes nunca antes vistos.

Nota: É o primeiro jogo de Zelda com comerciais de apelo casual.





Review: Secret Files: Tunguska

22 06 2009

Para começar confesso, sou um velho amante de jogos point-and-click, e essa série da Deep Silver é um jogão para quem gosta do gênero tanto quanto eu, mas já aviso que o gênero é parado e tem um público extremamente selecionado, até porque  o nível de dificuldade dos enigmas no gênero é altíssimo e pode incomodar quem gosta de jogos mais fáceis(gamers casuais), e mesmo os intusiastas (hardcore gamers) costumam não gostar do gênero por sua lentidão.

Sabendo disso posso começar essa review, os gráficos desse jogo são simplesmente íncriveis e impressionam pelo número de detalhes na tela, e necessitam por que os gráficos de explosão são fenomenais, aliás esse é o ínicio da história.

 

 Um fenômeno chamado Tunguska, causou uma enorme explosão, destroindo os arredores da cidade  , deixando todos alertas, então você encarna Nina, uma garota que deve ir atrás de seu pai, um cientista, em suas investigações descobre que seu pai está envolvido com o fenômeno.

O áudio é competente, mas não tem nada muito empolgante, a não ser as explosões que a Deep Silver deve estar crack já em fazer, há problemas de sincronização.

A jogabilidade é a comum de um aponte e clique, e não tenho muito o que ressaltar, a não ser algumas tarefas que usam bem o sensor de movimentos, quebrando um pouco o ritmo monótono do gênero.

Em suma o jogo tem uma trama ótima e usa muito bem todos os recursos de um genuíno aponte e clique, para quem gosta do gênero terá em média 20 horas de enígmas díficilimos para desvendar, nada ilógico mas extremamente desafiadores, algumas vezes necessitando inglês denso para o total entendimento dos enigmas. SF2 está para ser lançado e se ao menos manter a qualidade do primeiro já será vitorioso.

 

Gráficos: 8

Som: 7

Jogabilidade: 7

Diversão: 9

Replay: 7

Nota: 7,5

 





Promessa é dívida: Lista de características de Metroid: Other M

18 06 2009

Não se trata de Metroid Dread
– Reggie disse que o jogo será fabuloso. Ele não jogou ainda, apenas viu.
– Estúdio de Metroid Fusion está trabalhando no jogo
– Confirmado que o Production Team 1 (Nintendo) está envolvido (melhor time da Nintendo)
– A história acontece entre Super Metroid e Metroid Fusion
– Confirmado que o game explicará um pouco sobre o passado de Samus
– Explicará o que aconteceu com Adam
– Jogar Metroid Fusion ajudará os jogadores a entender como será a história de Other M
– É um game linear, mas oferece áreas para exploração
– Terá aquela cara de Metroid
– Other M significa várias coisas – a história revelará isso
– Não será brutalmente difícil como os games de Ninja Gaiden – consideram tanto os fãs de Metroid como os novos jogadores
– Sequências de ação e velozes estão prometidas
– Algumas porções do game serão para exploração
– É um jogo totalmente novo
– O trailer mostra mesmo Mother Brain atacando um Metroid
– A mulher no final do trailer não é Samus
– O jogo nos levará fundo na história de Samus

samus